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terça-feira, 29 de maio de 2012

EcoCâmara - Registro de Boas Práticas Socioambientais da Câmara dos Deputados

Nos termos da Portaria nº336 /2010 (Política Socioambiental), da Diretoria Geral da Câmara dos Deputados, recomenda-se aos órgãos da Casa, no que couber e nos limites de suas competências administrativas, adotar práticas socioambientais corretas e reforçar as já existentes, tais como:
 
 
Legislação, Comunicação, Educação:

1. Acompanhar as inovações nas leis ambientais.
2. Disseminar a legislação e outras informações úteis para melhoria do ambiente de trabalho e preservação do meio ambiente.
3. Informar os colaboradores sobre os impactos ambientais decorrentes do desempenho de suas atividades.
4. Emitir recomendações técnicas preventivas e realizar auditorias, visando à  aplicação  das  leis ambientais na Casa.
5. Disponibilizar periodicamente aos colaboradores informações sistematizadas sobre desempenho socioambiental (ex.: relatórios sobre consumo de água, energia, papel, geração de resíduos).
6. Orientar os colaboradores para a adoção de comportamentos afinados com os princípios da sustentabilidade.
7. Estimular a abordagem transdisciplinar dos temas socioambientais nos eventos institucionais promovidos pela Casa.
8. Promover treinamentos pontuais com servidores dos diversos órgãos da CD, visando a discussão das questões ambientais especificas daquele setor e a aplicação prática de conhecimentos, legislação etc.
9.  Elaborar e executar atividades de educação ambiental, incluindo ações formais e informais, presenciais e/ou a distância.
10. Incluir a questão ambiental, de forma transversal, nos eventos de capacitação e na formação continuada de discentes e docentes.
11. Adotar uma prática pedagógica que privilegie a utilização racional de material didático, priorizando, sempre que possível, mídias digitais e materiais de baixo impacto ambiental.
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12. Manter programa de voluntariado socioambiental.
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13. Incentivar o registro de práticas testadas, sejam elas bem sucedidas ou não, visando sua disseminação.

Aquisições, Licitações, Contratações:
14. Contratar serviços e adquirir bens e materiais de consumo que atendam aos requisitos e critérios socioambientais.  

Uso da Água: 
15. Otimizar o uso da água, com reciclagem, captação de chuvas, reaproveitamento da água dos desumidificadores.
16. Utilizar filtros de água em substituição às garrafas plásticas.

Água em áreas verdes:

17. Implantar sistemas de irrigação automática.
18. Irrigar as plantas em horários corretos – inicio ou final do dia.
19. Incentivar o uso de plantas de baixo consumo de água.
20. Usar esguichos em mangueiras.
21. Incentivar o uso de águas das chuvas ou de poços nas áreas verdes.
22. Usar material permeável na execução áreas pavimentadas exteriores (calçadas, estacionamentos).
23. Garantir o fornecimento de água e material para nidificação aos pássaros que habitam áreas verdes para a Câmara

Transportes, veículos, combustíveis:

24. Otimizar o roteiro de deslocamento (logística) da frota oficial  de  maneira  que  seja  cumprido,  exclusivamente,  o  trajeto  pré-  determinado pelo setor responsável pelo controle de  saída e chegada dos veículos.
25. Substituir gradativamente os veículos  com efetivo acompanhamento, por parte do setor  competente,  da  manutenção  preventiva  periódica de acordo com o determinado no manual, visando o prolongamento da vida útil dos veículos.
26. Prover a frota oficial com veículos que utilizem combustíveis com baixíssima emissão de gases poluentes.
27. Adaptar e/ou substituir a frota oficial para utilização de combustíveis de fontes renováveis.
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28. Realizar lavagem a seco (Ecolavagem) dos veículos da frota oficial e (demais veículos que utilizam os estacionamentos sob responsablidade da Câmara.)
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Energia, fontes renováveis
29. Desligar equipamentos elétricos sempre que não estiverem em uso, especialmente televisores, computadores e respectivos monitores.
30. Apagar as luzes da sala sempre que possível, impreterivelmente no final do expediente.
31. Implementar mudanças tecnológicas para adoção gradativa de fontes de energia menos impactantes ao meio ambiente, como energia solar, eólica, biomassa etc.
32. Substituir equipamentos (impressoras, computadores, lâmpadas) por similares com menor consumo de energia (e/ou maior rendimento de outros recursos).
33. Diminuir a necessidade do uso de aparelhos de ar condicionado, por exemplo, utilizando ventilação natural.
34. Ajustar o regime automático de operação dos sistemas de condicionamento de ar.
35. Programar o desligamento de luzes nos edifícios administrativos.
36. Instalar sensores de presença para comando de pontos de luz.

Energia, fontes renováveis em áreas externas


37. Utilizar iluminação que miniminize a poluição luminosa e sempre que possível com bateria solar.
38. Instalar sensores de iluminação.

Informática e Recursos Digitais

39. Transferir rotinas de trabalho e documentos administrativos e legislativos (produção, tramitação e arquivamento) para meios digitais.
40. Utilizar computadores em conformidade com os requisitos estabelecidos na norma IEEE 1680, implementados pelo selo EPEAT (Eletronic Product Environmental Assessment Tool), da agência de proteção ambiental (EPA), na categoria GOLD, comprovando que o equipamento cumpre as exigências para controle do impacto ambiental em seu processo de fabricação.
41. Utilizar a virtualização de computadores que desempenham a função de servidores.
42. Configurar computadores para o modo de economia de energia.
43. Configurar equipamentos de informática para impressão automática econômica, em frente e verso; (menor consumo de tonner e de energia elétrica);
44. Configurar,via rede, as impressoras para imprimir frente e verso;
45. Utilizar apenas impressoras LASER ou LED, com frente e verso;
46. Adquirir impressoras com caracterísiticas duplex;
47. Utilizar impressoras para trabalhar em rede, com tecnologia laser, dispositivo duplex, duas gavetas para armazenamento de papel: a primeira para uso de papéis timbrados/especiais e a segunda para papel branco;
48. Colocar, via rede, a opção de “papel timbrado” para uso quando necessário, orientando a compra apenas de A4 branco;
49. Configurar impressão para o modo rascunho ou para resoluções mais baixas.
50. Usar fontes de impressão (formato de letras digitais) econômicas, com baixo consumo de tonner. Sugestão de fontes serifadas: Bitstream Vera Serif e derivadas (livres), Times Roman (várias versões), Junius Unicode e, especialmente, a Computer Modern (livres).
51. Usar recursos técnicos para prolongar a vida útil dos cartuchos (toner save);
52. Orientar quanto ao acondicionamento dos cartuchos e a periodicidade de impressão dos documentos para não retirar da embalagem os cartuchos que não serão utilizados imediatamente, bem como não deixar impressoras inoperantes por muito tempo, a fim de evitar ressecamento do cartucho;
53. Regular, via rede, as margens do papel a ser impresso;
54. Priorizar impressão de maior escala, baixando o custo operacional;
55. Padronizar a resolução das impressoras laser em 600 ppp e diminuição do nível de escurecimento de toner de 8 para 4, sem prejuízo da qualidade de impressão;

Papel

56. Reaproveitar papéis usados.
57. Usar a página integralmente.
58. Utilizar preferencialmente o papel não-clorado ou o reciclado, segundo as especificações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT);
59. Estabelecer a adoção progressiva, sempre que possível de papel reciclado e não clorado em formato A4.

Descarte, Coleta Seletiva, Reciclagem, Doação de Materiais

60. Assegurar a melhoria contínua da coleta seletiva de resíduos.
61. Doar materiais recicláveis para cooperativas que se responsabilizem pela devida triagem, destinação e promovam a inclusão social.
62. Doar materiais reaproveitáveis (como livros, computadores, pastas etc.) a entidades  assistenciais ou órgãos de governo.
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63.Incentivar o reuso de material descartado.
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64. Descobrir novos usos para material inservível.
65. Dar vida mais longa ao material de expediente, com a reutilização de envelopes e pastas.

Resíduos Perigosos


66. Manter (criar) sistema interno de logística reversa: pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens, lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista, produtos eletroeletrônicos e seus componentes (segundo determina a Lei 12.305/2010).
67. Identificar material perigoso utilizado nos diversos setores da Casa.
68. Elaborar e executar o Plano de Gerenciamentos dos Resíduos Perigoso específicos para cada Departamento ou setor que geram resíduos perigosos, que contemplando todas as etapas do manejo, da geração até a disposição final.
69. Manter relações de descarte de resíduos perigosos (ex: pincéis sujos, latas sujas de óleo).
70. Manter relações atualizadas de materiais ambientalmente danosos, ou cujo uso é limitado por lei, bem como das opções possíveis.

Áreas Verdes externas, jardins internos, biodiversidade, proteção à flora


71. Manter em ambientes de trabalho plantas que limpam o ar, aumentam o percentual de umidade e minimizam poeira.
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72. Incentivar o cultivo e plantio de espécies nativas, preferencialmente do bioma Cerrado e de biotas brasileiros.
Alerta:
- não utilizar espécies exóticas invasoras.
- não utilizar nas áreas verde espécies vegetais que causem prejuízos a usuários: alergênicas, venenosas, espinhos, atraiam animais  perigosos.

73. Manter bancos de dados sobre espécies vegetais, manejos etc. em uso nas áreas verdes da Câmara.
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74. Coletar sementes e enviar a bancos de sementes para redistribuição.
75. Ampliar a variedade de plantas em uso nos jardins de maneira a criar ambientes ricos em biodiversidade.
76. Eliminar, sempre que possível, o uso de defensivos químicos substituindo-os por defensivos alternativos, nas áreas verdes de responsabilidade da Câmara dos deputados.
77. Promover a prática da compostagem, a partir de resíduos dos trabalhos executados na Câmara dos Deputados.
78. Incentivar o uso de canecas /copos/xicaras ao invés de copos plásticos;
79. Proteger o solo, evitando sua contaminação ou descarte em obras.
80. Promover reciclagem de solos usados em vasos, jardineiras, coberturas.
81. Usar coberturas mortas em áreas plantadas.
82. Controlar erosão em áreas verdes.
83. Promover adequada manutenção de vasos de modo a evitar o desenvolvimento de dengue, mofo, doenças nas plantas etc.
84. Produzir em viveiro espécies (plantas) ameaçadas, para doação ou uso em áreas verdes da Câmara.
85. Apoiar a recuperação de áreas degradadas.

Proteção à Fauna
86. Identificar animais que circulam ou habitam áreas verdes de responsabilidade da Câmara e manter registro fotográfico.
87. Nas áreas a serem plantadas, incluir espécies vegetais que forneçam alimentação e material para nidificação dos pássaros.

O tripé básico da sustentabilidade:  ser ambientalmente correto, socialmente justo e economicamente viável.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Nova Diretoria da Unalegis toma posse

Notícias CamaraNet


Atualizado em 16/05/2012 às 17:58


A nova diretoria da União dos Analistas Legislativos da Câmara dos Deputados (Unalegis) tomou posse nesta quarta-feira (16), em cerimônia no Salão Nobre.

Entre os servidores que prestigiaram o evento, estavam o diretor-legislativo da Casa, Afrísio Vieira Lima Filho; o diretor-administrativo, Fábio Holanda; o diretor do Centro de Informática (Cenin), Leirton Saraiva; e o presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis), Nilton Paixão.



Durante a cerimônia, o 1º-secretário da Mesa Diretora, deputado Eduardo Gomes (PSDB- O), afirmou que o Poder Legislativo precisa "preservar a sua independência e valorizar o trabalho dos servidores, com o objetivo final de prestar bons serviços à população". O deputado Chico Lopes (PCdoB-CE) defendeu a unidade das associações representativas daqueles que trabalham na Câmara, para que seja possível "mostrar à sociedade a importância dos servidores e do trabalho da Casa". Já o deputado Artur Bruno (PT-CE) destacou a excelência dos serviços prestados pelos analistas legislativos: "é reconfortante quando um deputado de primeiro mandato, como eu, encontra um corpo de servidores com tanta competência e conhecimento técnico".



O novo presidente da Unalegis, o servidor Idelfonso Salmito, foi eleito para um mandato de dois anos (2012/2013). Em seu discurso de posse, informou que a associação está preparando um plano de atividades para o biênio: "em breve distribuiremos o documento para a apreciação dos associados. Conclamamos todos os analistas legislativos a se unir à Unalegis".



Conheça, abaixo, a composição da nova diretoria da Unalegis:



Presidente: Idelfonso Vidal Salmito

Vice-presidente: Nivaldo Adão Ferreira Júnior

1º Secretário: Henrique Cintra Ribeiro

2º Secretário: Sebastião Silva Magalhães Júnior

1º Tesoureiro: Emanuel Mazza de Castro

2º Tesoureiro: Paulo Roberto de Nuñes Soares

Conselheiro: Luiz Alberto da Cunha Bustamante

Conselheiro: Osmar de Oliveira Aguiar

Conselheiro: Roberto Rondon Correa

Suplente: Bruno Paiva Menezes

Suplente: Fábio Kurokawa

Suplente: José Mário dos Santos Silva

Suplente: Marcelo Larcher

Suplente: Moizes Lobo da Cunha

Suplente: Roberto de Medeiros Guimarães Filho

Suplente: Vicente Marcos Fontanive





terça-feira, 14 de setembro de 2010

Responda, compare e veja que parlamentares melhor representaram suas ideias na Câmara...

Site ajuda eleitor a escolher deputado federal


O eleitor que ainda não decidiu em quem votar para deputado federal em outubro agora tem ajuda on-line para escolher um candidato, ao menos entre aqueles que tentam a reeleição.
O site Extrato Parlamentar oferece uma ferramenta que calcula a afinidade entre o internauta e os deputados.
O eleitor poderá saber quais políticos pensam de forma mais parecida com ele. O internauta diz se é favorável ou contrário a 12 projetos que tramitaram na Câmara, e o site compara as respostas com os votos de cada deputado.
Escrito por Tathiana Barbar às 11h18
http://presidente40.folha.blog.uol.com.br/arch2010-09-01_2010-09-15.html#2010_09-12_12_18_27-148380061-0

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Direto da Câmara, acompanhe as novidades via "tweets"...


Get short, timely messages from UnaLegis.

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  1. Sigam a lista http://twitter.com/unalegis/deputados-federais
  2. Assembleia de fundação da UNALEGIS, 14 de maio, às 15 horas.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Limpar a política é tornar as informações acessíveis aos eleitores - a quem cabe acompanhar atentamente a atuação dos eleitos, cobrar, reclamar...

17/03/2010 12:22


Entidades e deputados entregam substitutivo do Ficha Limpa a Temer



Janine Moraes



Proposta apresentada ao Congresso pela sociedade já tem mais de 1,5 milhão de assinaturas de apoio.Entidades integrantes do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e parlamentares entregaram nesta quarta-feira ao presidente da Câmara, Michel Temer, o substitutivo do relator do grupo que analisou as propostas sobre Ficha Limpa (PLP 518/09 e outros), deputado Índio da Costa (DEM-RJ). O objetivo das propostas é proibir pessoas condenadas por crimes graves de disputar eleições.



O MCCE pediu prioridade para a votação da proposta e quer a inclusão da matéria na pauta do Plenário já no início de abril. Temer disse que, na próxima reunião de líderes, na semana que vem, vai conversar sobre a votação, mas advertiu que é preciso cuidado para não gerar falsas expectativas. Ele afirmou que é importante assegurar o apoio da maioria da Casa para evitar uma eventual rejeição da proposta em plenário – hipotése que ele classificou como desastrosa.



O presidente da Câmara lembrou que o grupo de trabalho que analisou as propostas sobre Ficha Limpa cumpriu o calendário acordado. Além da celeridade no trabalho do grupo, Temer disse que a decisão de apensar o projeto de iniciativa popular - PL 518/09 – a outras propostas sobre o tema reduziu em quase um ano o prazo de tramitação da proposta.



Apoio popular

O presidente do grupo de trabalho, deputado Miguel Martini (PHS-MG), informou que as entidades integrantes do MCCE continuam coletando assinaturas de apoio à proposta. Até agora já foram protocoladas 1,582 milhão de assinaturas. Ele acredita que o número deve ultrapassar 1,6 milhão.



O relator afirmou que as propostas foram amplamente discutidas, que o texto final é tecnicamente adequado e que as mudanças propostas são constitucionais. Índio da Costa afirmou que a intenção é aprovar um texto que possa vigorar já nas eleições deste ano.



Mudanças positivas

O advogado Marcelo Lavenère Machado, representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) MCCE, considerou positiva as mudanças feitas pelo grupo de trabalho da Câmara. Ele citou como exemplo a decisão do relator de condicionar a proibição da candidatura apenas às decisões de órgãos colegiados da Justiça. No texto original, a candidatura já estaria proibida com a decisão de um único juiz.



Ele acredita que a mudança tornará a medida mais justa. Ele explica que, no caso da atual composição da Câmara e do Senado, por exemplo, se a lei já estivesse em vigor, a estimativa é que 15% a 20% dos parlamentares ficariam proibidos de se candidatar com a regra condicionada à decisão colegiada. Na regra original, com a proibição a partir da decisão de um único juiz, esse percentual aumentaria para 30%.



Lavenère acredita que condicionar a aplicação da medida à uma decisão colegiada não prejudicará a eficácia da proposta, pois a maior demora na justiça é da segunda (tribunais de justiça) para a terceira (tribunais superiores) instâncias e não da primeira (juízes) para a segunda.



Reportagem – Silvia Mugnatto/Rádio Câmara

Edição – Paulo Cesar Santos