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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Edição Eletrônica da Revista Pensar Verde - Especial Rio+20

A revista Pensar Verde não poderia ficar fora da reunião mais esperada de 2012, a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio + 20. Esta Edição Especial e bilíngue quer mostrar que o Brasil atravessa um período muito delicado no que diz respeito à sua legislação ambiental e, consequentemente, ao futuro do meio ambiente e sua biodiversidade.
Abrimos esta publicação com a apresentação dos biomas brasileiros e os impactos do homem sobre eles. Apresentamos ainda dez artigos da bancada do Partido Verde na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, com dez pontos de vistas sobre os impactos e consequências do novo Código Florestal.
A Edição Especial publica também a posição dos verdes do mundo, deliberada em março deste ano no congresso mundial Global Greens e a posição dos jovens verdes, consagrada no Global Young Greens, para a Rio+20. Boa leitura!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Notícias PV.org.br sobre preparação para eleições 2012


O Partido Verde preparou para os seus filiados uma publicação visando as eleições de 2012.
A  Cartilha “Partido Verde Eleições 2012″ é um resumo das principais regras para as eleições deste ano e tem como objetivo orientar as direções municipais e os candidatos do Partido Verde.
A Cartilha está disponível para download aqui...
Foto: Jaison Sampedro
Durante o ato de apoio formal à pré-candidatura de José Serra à prefeitura de São Paulo, foi entregue ao ex-governador tucano um documento com 11 pontos, inspirados nos 12 valores que permeiam as ações do PV e de acordo com o que tem sido preconizado pela ONU como bases do desenvolvimento sustentável. Leia a síntese dos 11 tópicos do documento..
1. Meio ambiente
*Políticas públicas devem incorporar a chancela do desenvolvimento sustentável em seus programas e projetos
*Plano de arborização e expansão das áreas verdes protegidas em parques, tantos urbanos quanto lineares para ajudar a combater enchentes e proteger as APPs e parque nacionais em defesa da a biodiversidade de acordo com protocolo de Nagoya.
2. Transportes
* Apoiar governo estadual na expansão do Metrô e modernização dos trens da CPTM.
* Substituição do diesel da frota de ônibus por combustíveis limpos
* Ampliação dos corredores de ônibus
*Apoio ao uso da bicicleta
* Promoção de plebiscito sobre implantação de pedágio urbano cujos recursos deverão ser aplicados na expansão do transporte público e na acessibilidade e segurança de pedestres.
*Manutenção e aperfeiçoamento da inspeção veicular
3. Urbanismo e acessibilidade
*Reurbanização de áreas centrais e dos centros de bairros
* Gestão de áreas de risco e APPs
*Contenção do crescimento nas áreas de mananciais, áreas verdes e várzeas de córregos
*Acessibilidade universal.
4. Saúde e Saneamento
* Investimento de 20% do orçamento em manutenção e expansão do SUS
* Prioridade para Promoção da Saúde, Prevenção e Atenção Primária da Saúde
*Distribuição de 100% de água potável, redução de perdas do sistema e ampliação de 75% para 90% o índice de esgoto tratado em 4 anos.
5. Educação
* Gasto mínimo de 30% do orçamento com a manutenção e expansão  da rede de educação no município.
*Qualificação de professores
*Municipalização da rede estadual na Capital.
6. Habitação
* Prioridade para 100 mil famílias vivendo em áreas de risco geológico
* Impedir novas ocupações em áreas de risco e manutenção de atividade preventiva  da GCM Ambiental
*Urbanização de favelas e regularização de loteamentos precários
*Operações Urbanas para reocupação do Centro.
7. Resíduos sólidos
*Redução da carga de 15 mil toneladas de resíduos produzidos diariamente
*Manutenção do programa de captação de biogás dos seus dois aterros sanitários Bandeirantes e São João), que gera energia elétrica para 500 mil habitantes e neutraliza 10% das emissões
*Reinstalar prática de compostagem dos resíduos orgânicos para reduzir pressão sobre aterros sanitários.
*Criação estímulos econômicos  positivos e negativos para a indústria, comércio e consumidores para reduzir e destinar adequadamente seus resíduos.
8. Economia criativa e cultura
*Preservar, desenvolver e incorporar novos atributos culturais e humanos que marcaram sua história.
*Tornar a Capital pólo mundial de economia criativa e turismo
*Apoio à pesquisa e produção científica, artística e cultural.
*Criação nas subprefeituras de núcleos de apoio a projetos criativos da população
*Fortalecimento da cultura popular
9. Pobreza e Miséria
*Manter e aperfeiçoar cadastro de cada família e pessoa na cidade em situação de extrema pobreza.
Oferecer programas de formação para incorporação no mercado de trabalho.
*Transformar Secretaria de Assistência Social e Secretaria da Solidariedade com poder de comando de articulação intersetorial, dentro do Governo e Das ONGs.
10 Cultura de Paz
*Reduzir a incivilidade  no trânsito
*Realizar esforço para reduzir armas de fogo na cidade
*Dinamizar esforço sistemático para impedir tráfico de drogas ilegais de maior letalidade
* Reduzir a mortalidade materna pela prática do aborto clandestino.
11. Gestão democrática e descentralizada
* Transformar subprefeituras em prefeituras regionais, que deverão seguir de forma matricial com a Secretarias Municipais e com a Câmara dos Vereadores.
* O orçamento das prefeituras regionais devem seguir um valor per capita por habitante em toda cidade.
* Prefeituras regionais devem ter Conselhos Populares eleitos diretamente, baseados na atual experiência dos conselhos de Desenvolvimento sustentável das subprefeituras, que votariam anualmente sugestões para o orçamento a ser apreciado na Câmara Municipal, acompanhando o trabalho das Prefeituras regionais e organizando campanhas e projetos de mobilização popular no seu território.
* Os Conselhos poderão aprovar a arrecadação adicional aos tributos no seu território para implantação de projetos e programas locais.
O trabalho nos conselhos não será remunerado.
*O Prefeito poderá escolher os subprefeitos a partir de consulta popular, experimentado a escolha por votação se lista tríplice ou mesmo por sondagem.
* Fortalecer  a participação do Conselho Metropolitano do Estado para atuar em política públicas integradas com os municípios vizinhos, racionalizando custos e agilizando soluções.
Foto: Jaison Sampedro

quinta-feira, 17 de maio de 2012

43 Ideias para uma Prefeitura Cidadã - Parte I

1) Atendimento de qualidade aos cidadãos, sem bur(r)ocracia: SAC ágil, com certificação ISO, Ouvidoria atuante, processo administrativo digital, centrais integradas com plantões 24h x 7 dd. via DDG e internet, os interessados poderão se dirigir a qualquer SAC na região administrativa mais próxima pleitear e saber de todos os andamentos de processos, com suporte à distância em tempo real dos setores técnicos específicos quando necessário (sem a inaceitável estorinha de "Fulan@ que cuida disso está de férias..." ou dificuldades criadas para que alguns "vendam facilidades"), saindo sempre com o encaminhamento de soluções concretas e/ou carta de exigências com prazos para complementar informações necessárias ao reconhecimento de seus direitos...
2) Educar para o Trânsito, respeito a faixas de pedestres, limites... Prevenção de acidentes é o foco, não arrecadar mais como uma "indústria de multas"!
3) Ciclovias, bicicletários em locais estratégicos com empréstimo de "magrelas"...
4) Todo apoio a Conselho Tutelar e parceria com entidades sérias: vamos afastar nossas crianças da exploração e dos perigos das ruas e dar oportunidades a todas para um presente e um futuro dignos!
Breve, mais algumas propostas...

terça-feira, 15 de maio de 2012

Sinal verde para São Leo!

Carta aberta ao presidente municipal Julio Sawaya e companheir@s do PV - São Leopoldo (RS)
Cordiais saudações verdes:
Entendo que nosso partido tem uma ótima oportunidade para exercer um papel vital no processo democrático leopoldense em 2012, reunindo partidos e lideranças comunitárias comprometidas com a Ética para discussão de um programa e construção de candidatura independente ao governo municipal e com foco na eleição de vereadores comprometidos com a participação popular, a responsabilidade socioambiental e que não trocarão seu papel de fiscalizar, definir prioridades via dotações orçamentárias e legislar por carguinhos em comissão ou liberação de verbas ou obras, "favores" do Executivo por seus votos...
Antes de tudo, para definir nosso discurso - sempre associado à prática política - devemos ouvir a população. E buscar oferecer respostas concretas para anseios de Saúde digna, eficiente e humanizada; Educação com profissionalização de nossa juventude; Transporte Público integrado e de qualidade; prevenção para a Segurança; Transparência e gestão eficaz de compras, obras, contratos e parcerias.
Vamos organizar um banco de soluções bem empregadas por governos "verdes" Brasil afora? Acompanhar e comentar criticamente cada medida do governo com nossos especialistas num shadow cabinet ("secretariado de sombras", como no parlamentarismo britânico)?
E além do adequado retorno aos cidadãos pelos tributos pagos por todos nós, por que não estudarmos as possibilidades de bons programas para incentivos fiscais diretamente relacionados à geração de empregos, ou mesmo soluções anti-sonegação com retorno direto a cada contribuinte de um percentual dos valores pagos como imposto nos moldes do "Nota Legal" do DF ou da "Nota Fiscal Paulistana" de SP capital ?
Quem se dispõe ao bom debate? A hora é essa, o futuro será o que nós fizermos dele!

sexta-feira, 12 de março de 2010

Notícia do CongressoEmFoco.com.br sobre entrevista de Marina a Lobão

09/03/2010 - 15h10
Marina: “Mangabeira fez grande mal na Amazônia”
Fábio Góis

Honrado. Foi assim, em tom de cabo eleitoral, que o músico e compositor Lobão encerrou a estreia do programa Lobotomia, que foi ao ar segunda, 8/3, na MTV, às 23h30. Em pleno ano eleitoral, a primeira convidada do programa “racional, cerebral, a exposição de meu cerebelo”, palavras do próprio apresentador, foi a pré-candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva. Ex-ministra do Meio Ambiente (2003-2008), Marina foi categórica ao mencionar seu principal desafeto no governo Lula, o ex-ministro de Assuntos Estratégicos Mangabeira Unger – que tomou para si o Plano Amazônia Sustentável, estopim para a saída de Marina daquela pasta.

“Mangabeira ajudou a fazer um grande mal para a Amazônia”, sentenciou Marina, no terceiro e último bloco do programa de 30 minutos, quando o assunto foi, enfim, o meio ambiente – até então, questões políticas gerais nortearam a conversa.

Leia mais sobre o ex-ministro em reportagem exclusiva do Congresso em Foco: Propostas de Mangabeira beneficiam Daniel Dantas
Provocada por Lobão (“a senhora é considerada um anjo da guarda pelo Greenpeace”), Marina criticou o “fracasso” na convenção climática em Copenhague, em dezembro do ano passado, quando Lula, segundo a senadora, só levou projeto de redução de impacto ambiental “porque a sociedade pressionou”. “Os governos foram para lá como se fossem convidados, não como anfitriões, como atores daquilo tudo”, declarou, em referência à responsabilidade das nações desenvolvidas acerca da degradação ambiental.

Marina fez críticas aos gestores públicos brasileiros no que diz respeito às políticas proativas contra desastres ambientais. Para a senadora, falta “planejamento correto, sistemas de alerta”. “Todo ano morrem centenas de pessoas em enchentes, a gente assiste a tudo e fica esperando a próxima. Isso acontece porque as pessoas estão morando nas encostas e os governantes não fazem nada”, disparou a senadora, para quem a legislação ambiental é sistematicamente desrespeitada.

“Marquetice canastrona”

Carregando nos neologismos, Lobão iniciou o programa fazendo um contraponto entre o estilo de “coloquialidade” de Marina e a máquina governista marcada pela “marquetice canastrona”. O apresentador iniciava ali uma crítica à linguagem política majoritariamente usada hoje em dia – no que foi seguido por Marina, para quem a linguagem na política “é meio morta, repetida”.

“Não consegue criar nenhum laço efetivo com as pessoas”, disse a senadora, que deixou o PT em agosto de 2008 e, no mesmo mês, assinou sua ficha de filiação no PV.

Tanto Lobão quanto Marina disseram ainda não ter visto o filme Lula, o filho do Brasil (Fábio Barreto). Com a exibição de cenas do longa (“A fotografia é excelente...”, dizia Lobão, com certa ironia), a discussão sobre o viés eleitoreiro teve início. “É inevitável não fazer essa associação com a campanha [presidencial]”, afirmou a senadora, questionando a separação entre os mundos da arte e da política. “Há uma linha muito tênue que a gente tem de manipular com muito cuidado.”

Em seguida, Lobão iniciou o segundo bloco citando a “irreverência alienada” da população diante de escândalos políticos, com direito à exibição do vídeo em que a dança baiana batizada “Rebolation” vira uma sátira sobre a corrupção: o “Roubolation”, filmete registrado também por este site na semana passada.

Leia e veja o vídeo:
“Roubolation” prepara o país para as eleições de outubro

Com menção ao “escandalão” – alusão ao mais grave escândalo da história do GDF, o mensalão do Arruda –, o apresentador criticou a acomodação e o espírito excessivamente galhofeiro da sociedade brasileira diante de casos de corrupção, em que algumas pessoas “preferem descolar um abadá e sair por aí beijando”. “É uma forma de satirizar, a gente de fato ri”, contemporizou Marina, para em seguida criticar. “Mas é difícil a gente banalizar algumas coisas, porque acaba rindo da própria desgraça. Sinto que há um fastio das pessoas em relação à política, em função dos escândalos.”    

Cada um no seu quadrado
Marina fez criticas também às siglas de aluguel (partidos nanicos), e disse que sempre teve de lidar com o pouco tempo disponível na TV para apresentar suas propostas. “Isso de fato é muito ruim. O pequeno tempo na televisão sempre me persegue. Não precisa ser muito, mas preciso ter um tempo necessário.”

A senadora sorriu ao ouvir Lobão se referir à “simpatia postiça” de políticos “cafonas” e seus “jingles lá-lá-lá”. Percebendo a deixa, ela disse que seu novo partido busca justamente o caminho oposto. “Uma coisa que agente está buscando no PV é procurar uma linguagem nova. Os partidos se transformaram em máquinas de ganhar poder”, alfinetou Marina, lembrando a ausência de candidaturas “tipicamente de direita” no pleito presidencial de 2010.

Foi quando a entrevista foi entrecortada por outros vídeos hilários, a começar pelo que mostra os berros “conservadores” do eterno ex-candidato do extinto PRONA, Enéas Carneiro, morto em maio de 2007. Comentando as movimentações dos presidenciáveis Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Ciro Gomes (PSB), Lobão disse que os candidatos, a maioria com histórico de luta contra a ditadura, estavam “em casa”.

“Não,está cada um no seu quadrado“, emendou Marina, ao que é exibido o vídeo que se tornou fenômeno na internet, com três peculiares dançarinos executando uma coreografia impagável ao som de um funk ainda mais engraçado. Com um detalhe: com a devida montagem, a equipe da MTV pôs Dilma, Serra e Ciro como os protagonistas do show.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Bem-vind@s! Começo transmitindo um convite...

Prezad@ Amig@,

É com alegria que venho anunciar publicamente minha opção por participar do Movimento Marina Silva, uma rede suprapartidária que existe desde 2007 e aberta a todos que apoiam a vitória da Democracia com Sustentabilidade.

Quero pedir alguns minutos de sua atenção para conhecer esta proposta inovadora que tem o potencial concreto de mudar definitivamente os rumos da nossa história.

Está chegando o tempo de empreendermos um novo modelo social, econômico e político pautado pela visão da sustentabilidade.

Quem conhece um pouco a respeito de Marina Silva, sabe que é a única liderança política em nosso país que aponta a este novo paradigma, e portanto representa o que nós todos precisamos para o presente e para o futuro.

Ninguém mais tem condição de liderar o país rumo ao século XXI com sustentabilidade, democracia e ética na política com o nível de consciência necessário para tal empreendimento. Por isso Marina é a solução.

Marina costuma dizer que: "Não existe nada mais poderoso do que uma idéia cujo tempo chegou. E chegou o tempo da luta por um novo modelo, por uma visão de sustentabilidade."

Esta idéia já chegou e milhares de pessoas estão despertando para o óbvio, como que despertando de um sonho. Diante da chance concreta de contribuir com uma mudança real em nossa sociedade, as pessoas disponibilizarão de seu tempo e energia para eleger Marina. No final das contas, teremos mais força do que os minutos a mais de televisão e da enorme quantidade de dinheiro que os representantes da velha política terão a seu dispor. É um novo modo de fazer política que vai além do que os partidos conseguem alcançar.

Hoje contando com mais de 12 mil integrantes, o movimento cresce rapidamente, constituindo um grande mutirão pela Vitória Natural de Marina Silva, a Nova Cara do Brasil. Em breve, estaremos extrapolando o mundo virtual, e gostaria muito de estar contigo nesta onda.

Você quer participar?

Saiba como em nosso site:

http://www.movimentomarinasilva.org.br/