quinta-feira, 24 de maio de 2012

Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social - mais publicações que vale conferir!

O Instituto Ethos
O Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social é uma organização sem fins lucrativos, caracterizada como Oscip (organização da sociedade civil de interesse público). Sua missão é mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, tornando-as parceiras na construção de uma sociedade justa e sustentável.

Criado em 1998 por um grupo de empresários e executivos oriundos da iniciativa privada, o Instituto Ethos é um polo de organização de conhecimento, troca de experiências e desenvolvimento de ferramentas para auxiliar as empresas a analisar suas práticas de gestão e aprofundar seu compromisso com a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável. É também uma referência internacional nesses assuntos, desenvolvendo projetos em parceria com diversas entidades no mundo todo.

A sede do Instituto Ethos se localiza na Rua Dr. Fernandes Coelho, 85, 10º. andar, em Pinheiros, São Paulo (SP) - CEP 05423-040.

Para entrar em contato, ligue para (11) 3897-2400 ou escreva para atendimento@ethos.org.br.

Para obter mais informações, acesse o Relatório de Sustentabilidade Instituto Ethos e UniEthos 2008.

Em reunião realizada em 2 de agosto de 2010, o Conselho Deliberativo do Instituto Ethos aprovou seu novo Estatuto Social, registrado em cartório em 13 de janeiro de 2011. Para conhecê-lo na íntegra (em formato PDF), clique aqui.
Publicações
LANÇAMENTOS RECENTES

O Desafio da Harmonização das Políticas Públicas de Mudanças Climáticas – Fórum Clima (abril 2012)

Sistema de Integridade nos Estados Brasileiros (março 2012)

Sistema de Integridade nos Estados Brasileiros - Sumário Executivo (setembro 2011)

Business and Human Rights from the Decent Work Perspective – Landmark (November 2011)

Empresas e Direitos Humanos na Perspectiva do Trabalho Decente – Marco Referencial  (novembro 2011)
Sistema de Integridade nos Estados Brasileiros - Sumário Executivo (setembro 2011)
• Plataforma por uma Economia Inclusiva, Verde e Responsável:
- Versão em português;
- Version en español;
- Version in English.

Indicadores Ethos - Versão 2011
Indicadores Ethos (espanhol) - Versão 2011
Indicadores Ethos-Sebrae de Responsabilidade Social Empresarial para Micro e Pequenas Empresas - Versão 2011

MANUAIS
Os manuais do Instituto Ethos e do UniEthos foram criados para estimular as empresas e os diversos públicos a desenvolver projetos e participar de programas relacionados a vários temas referentes à responsabilidade social empresarial e ao desenvolvimento sustentável.

Desenvolvidos com o apoio de especialistas e estruturados por tema, indicam oportunidades de atuação para as empresas e apresentam práticas já implementadas. Disponíveis para download gratuito, os títulos são os seguintes:

Cidades Sustentáveis: Como as Empresas Podem Contribuir (dezembro 2009) -

Manual de Incorporação dos Critérios Essenciais de Responsabilidade Social Empresarial (julho 2009)

Diversidade e Eqüidade: Metodologia para Censo nas Empresas (junho 2008)

Vínculos de Negócios Sustentáveis em Resíduos Sólidos (dezembro 2007)

Responsabilidade Social Empresarial nos Processos Gerenciais e nas Cadeias de Valor (junho 2006)

Vínculos de Negócios Sustentáveis no Brasil (junho 2006)

Sustainable Business Linkages in Brazil (in English) (junho 2006)

O Compromisso das Empresas com as Metas do Milênio - Volume II Avanços e Desafios / Business Commitment to the Milennium Goals II - Improvements and Challenge (in Portuguese and English) (junho/july 2006)

O Compromisso das Empresas com a Promoção da Igualdade Racial (maio 2006)

O Compromisso das Empresas com o Alfabetismo Funcional (setembro 2005)

O Compromisso das Empresas com o Meio Ambiente (maio 2005)

O Compromisso das Empresas com o Combate ao Desperdício de Alimentos (abril 2005)

Fórum Empresarial de Apoio ao Município (março 2005)

O Compromisso das Empresas com a Valorização da Mulher (setembro 2004)

O Compromisso das Empresas com as Metas do Milênio / Business Commitment to the Millenium Goals (in Portuguese and English) (setembro/september 2004)

Como Fortalecer a Responsabilidade Social nas Relações entre Grandes e Pequenas Empresas (abril 2004)

O Que As Empresas Podem Fazer Pela Inclusão Digital (março 2004)

Práticas Empresariais de Responsabilidade Social (dezembro 2003)

Segurança Alimentar: a Contribuição das Entidades Empresariais (outubro 2003)

Como as Empresas Podem Participar de Programas de Segurança Alimentar com a Mobilização dos Funcionários (setembro 2003)

Segurança Alimentar e Nutricional: a Contribuição das Empresas para a Sustentabilidade das Iniciativas Locais (agosto 2003)

O Que as Empresas Podem Fazer pela Erradicação da Pobreza (agosto 2003)

Segurança Alimentar: a Contribuição das Universidades (maio 2003)

Como as Empresas Podem Apoiar e Participar do Combate à Fome (fevereiro 2003)

O Que as Empresas Podem Fazer pela Inclusão das Pessoas com Deficiência (maio 2002)

O Que as Empresas Podem Fazer pela Reabilitação do Preso (novembro 2001)

Como as Empresas Podem Investir na Saúde da Mulher (agosto 2001)

Como as Empresas Podem Implementar Programas de Voluntariado (abril 2001)

O Que as Empresas Podem Fazer pela Criança e pelo Adolescente (outubro 2000)

Como as Empresas Podem (e Devem) Valorizar a Diversidade (setembro 2000)

O Que as Empresas Podem Fazer pela Educação (novembro 1999)


FERRAMENTAS DE GESTÃO
Indicadores Ethos
Para mais informações, acesse a página dos Indicadores Ethos.
• Indicadores Ethos de Responsabilidade Social Empresarial
- Versão 2010- Versão 2009
- Versão 2008
- Versão 2007
- Versão 2006
- Versão 2005
- Versão 2004
- Versão 2003
- Versão 2002
- Versão 2001
- Versão 2000

• Indicadores Ethos de Responsabilidad Social Empresarial (en español)
- Versión 2010
- Versión 2007
- Versión 2006
- Versión 2005
- Versión 2004
- Versión 2003
- Versión 2001

• Ethos Indicators on Corporate Social Responsibility (in English)
- Edition 2007
- Edition 2006
- Edition 2005
- Edition 2004
- Edition 2003
- Edition 2001

• Indicadores Ethos-Sebrae de Responsabilidade Social Empresarial para Micro e Pequenas Empresas
- Versão 2010
Versão 2009
- Versão 2007
- Versão 2006
- Versão 2003

• Indicadores Ethos-Sebrae de Responsabilidad Social Empresarial para Micro y Pequeñas Empresas (en español)
- Versión 2007

• Ethos-Sebrae Corporate Social Responsibility for Micro and Small Companies (in English)
- Edition 2007

• Responsabilidade Social Empresarial para Micro e Pequenas Empresas - Passo a Passo
- Versão 2003

• Indicadores Ethos Aplicados aos Princípios do Pacto Global
- Versão 2005
- Versão 2004

• Ethos Indicators Applied to the Global Compact Principles (in English)
- Version 2005
- Version 2004

Indicadores Ethos Setoriais
• Indicadores Ethos-ABF-Afras de Responsabilidade Social Empresarial
- Setor de Franquias
• Indicadores Ethos-Abip de Responsabilidade Social Empresarial no Varejo
- Setor de Panificação

• Guia de RSE nas Organizações de Varejo – Setor de Panificação
- Setor de Panificação

• Indicadores Ethos-Abrasel de Responsabilidade Social Empresarial no Varejo
- Setor de Restaurantes e Bares

• Indicadores Ethos-IBP de Responsabilidade Social Empresarial
- Setor de Petróleo e Gás

• Indicadores Ethos Setoriais de Responsabilidade Social Empresarial
- Setor de Transporte Rodoviário de Passageiros

• Indicadores Ethos Setoriais de Responsabilidade Social Empresarial
- Setor de Construção Civil (com Foco em Construtoras)

• Indicadores Ethos Setoriais de Responsabilidade Social Empresarial
- Setor de Papel e Celulose

• Indicadores Ethos Setoriais de Responsabilidade Social Empresarial
- Setor de Mineração

• Indicadores Setoriais Ethos-Febraban de Responsabilidade Social Empresarial
- Setor Financeiro

• Indicadores Ethos-ANJ de Responsabilidade Social para o Setor de Jornais
- Setor de Jornais

Global Reporting Initiative (GRI)

• Diretrizes para Relatórios de Sustentabilidade (GRI) G3
- Diretrizes
- Protocolo Indicadores Econômicos
- Protocolo Indicadores Ambientais
- Protocolo Indicadores Relações Trabalhistas
- Protocolo Indicadores Direitos Humanos
- Protocolo Indicadores Sociedade
- Protocolo Indicadores Produtos

• Diretrizes para Relatórios da Sustentabilidade (GRI)
- Versão 2002
- Publicação do 2º Grupo de Trabalho para a difusão das diretrizes G3 da GRI (parceria UniEthos, GVces e BSD)

Elaboração de Balanço Social

• Guia de Elaboração do Balanço Social
- Versão 2007
- Versão 2006
- Versão 2005
- Versão 2004
- Versão 2003
- Versão 2002
- Versão 2001

• Guía para la Elaboración del Balance Social Y Memorias de Sostenibilidad (en español)
- Versión 2007
- Versión 2003

• Guía de Elaboración del Informe y Balance Anual de Responsabilidad Social Empresarial (en español)
- Versión 2001

• Social and Sustainability Reporting Guide
- 2007 Edition
- 2001 Edition

Compatibilidade de ferramentas

• Guia de Compatibilidade de Ferramentas
- Versão 2005
- Versão 2004

• Tool Compatibility Guide 2004 (in English)
- 2004 Edition


PESQUISAS
Sistema de Integridade nos Estados Brasileiros • El Estado de la Responsabilidad Social Empresarial Bajo la Mirada de Ejecutivos de Empresas de Latinoamérica 2009 (Janeiro 2010)
Para conhecer a íntegra desta pesquisa (em espanhol), bem como um sumário executivo (em inglês), acesse o site do Forum Empresa e clique no banner “El Estado de la RSE”.

• Práticas e Perspectivas da Responsabilidade Social Empresarial no Brasil 2008 (Julho 2009)
Sumário da Pesquisa (Relatório publicado)
Questionário
Temas, Subtemas e Práticas

Resultados CompletosResultados por Setor Econômico
• Perfil Social, Racial e de Gênero das 500 Maiores Empresas do Brasil e suas Ações Afirmativas - Pesquisa 2010
- Novembro 2010

Perfil Social, Racial y de Género de las 500 Mayores Empresas de Brasil y Sus Acciones Afirmativas – Encuesta 2010 (en español)

Social, Racial and Gender Profile of the 500 Brazilian Largest Companies and Their Affirmative Actions – Research 2010 (in English)

• Perfil Social, Racial e de Gênero das 500 Maiores Empresas do Brasil e suas Ações Afirmativas - Pesquisa 2007
- Dezembro 2007
• Perfil Social, Racial e de Gênero das 500 Maiores Empresas do Brasil e suas Ações Afirmativas - Pesquisa 2005
- Abril 2006
- Errata

• Perfil Social, Racial e de Gênero das 500 Maiores Empresas do Brasil e Suas Ações Afirmativas
- Pesquisa 2003
- Formulário para auto-avaliação: diversidade & eqüidade na empresa


• Social, Racial and Gender Profile of the 500 Brazilian Largest Companies and Their Affirmative Actions (in English)
- Survey 2003

• Perfil Social, Racial e de Gênero das Diretorias das Grandes Empresas Brasileiras
- Pesquisa 2001

• Responsabilidade Social das Empresas – Percepção do Consumidor Brasileiro
- Pesquisa 2006-2007 (Sumário)
- Pesquisa 2005
- Pesquisa 2004
- Pesquisa 2002
- Pesquisa 2001
- Pesquisa 2000


• Descobrindo o Consumidor Consciente: uma Nova Visão da Realidade Brasileira
- Pesquisa 2004
- Conclusões do Instituto Akatu

• Responsabilidade Social Empresarial: Panorama e Perspectivas na Indústria Paulista
- Pesquisa 2003 - Parte 1
- Pesquisa 2003 - Parte 2
- Pesquisa 2003 - Parte 3


• Corporate Social Responsibility: Overview and Outlook for the São Paulo State Industry (in English)
- Survey 2003

• Primeira Pesquisa de Responsabilidade Social Empresarial - Conectividade Amazônia: Como Andam a Responsabilidade Social Corporativa e a Sustentabilidade Financeira do Terceiro Setor?
- Pesquisa 2003

METODOLOGIA TEAR
Para mais informações, consultar a página do Programa Tear - Tecendo Redes Sustentáveis.
Publicações do programa:
Guia Passo-a-Passo da Metodologia Tear de Trabalho em Cadeia de Valor (novembro 2007)

Metodologia Tear de Trabalho em Cadeia de Valor (novembro 2007)


PUBLICAÇÕES DA REDE ETHOS DE JORNALISTAS
• Indicadores Ethos-ANJ de Responsabilidade Social Empresarial para o setor de Jornais
- Download

• Empresas e Imprensa: Pauta de Responsabilidade - Uma Análise da Cobertura Jornalística sobre a RSE
- Download

• Empresas y Prensa: Pauta de Responsabilidad - Un análisis de la cobertura periodística sobre RSE
- Download

• Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM)"
- 1ª edição

• Sustentabilidade em Mercados Emergentes
- 4ª edição

• O Balanço Social e a Comunicação da Empresa com a Sociedade
- 6ª edição

• Conceitos Básicos e Indicadores de Responsabilidade Social Empresarial
- 5ª edição

• Sostenibilidad em Mercados Emergentes - Manual de apoyo para periodistas
Centro de Ética y Ciudadanía Corporativa (CEyCC), de CEDICE  - Venezuela- Download

• Conceptos Básicos e Indicadores de Responsabilidad Social Empresarial - RSE - Manual de apoyo para periodistas
Centro de Ética y Ciudadanía Corporativa (CEyCC), de CEDICE - Venezuela
- Download

• Conceptos Básicos e Indicadores de Responsabilidad Social Empresarial
Fundación Emprender de Bolivia y Red de Empresas para el Desarrollo Sustentable (REDES) del Paraguay - Bolívia e Paraguai
 - Download

•  El Balance Social y la Comunicación de la Empresa con la Sociedad
Fundación Emprender de Bolivia y Red de Empresas para el Desarrollo Sustentable (REDES) del Paraguay - Bolívia e Paraguai
- Download

•  Sostenibilidad en Mercados Emergentes
Fundación Emprender de Bolivia y Red de Empresas para el Desarrollo Sustentable (REDES) del Paraguay - Bolívia e Paraguai
- Download


OUTRAS PUBLICAÇÕES
• Plataforma por uma Economia Inclusiva, Verde e Responsável: (fevereiro 2011)
- Versão em português;
- Version en español;
- Version in English.

Responsabilidade Social Empresarial: Por Que o Guarda-Chuva Ficou Pequeno? (setembro 2010)

Propostas para Revisão do Código FlorestalPor um Novo Código Florestal Moderno e Necessário para o Desenvolvimento do Brasil

Resumo das Propostas para Revisão do Código Florestal

• Relatório Global de Corrupção 2009: a Corrupção e o Setor Privado (Dezembro 2009) -

• A Responsabilidade Social das Empresas no Combate à Corrupção (Junho 2009)
Controladoria Geral da União - CGU / Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social / Grupo de Trabalho do Pacto Empresarial pela Integridade Contra a Corrupção
• Critérios Essenciais de Responsabilidade Social Empresarial e seus Mecanismos de Indução no Brasil
- Novembro 2006

• Contribuição do GT Ethos para a ISO 26000 – Edição 2008 / GT Ethos Contribution to ISO 26000 – 2008 Edition (in Portuguese/English)
- Maio/May 2008

• Contribuição do GT Ethos para a ISO 26000 – Edição 2007 / GT Ethos Contribution to ISO 26000 – 2007 Edition (in Portuguese/English)
- Junho/June 2007

• Contribuição para a ISO 26000: GT Ethos - ISO 26000 / Contribution to ISO 26000: GT Ethos - ISO 26000 (in Portuguese/English)
- Maio/May 2006

• A Responsabilidade Social das Empresas no Processo Eleitoral
- Edição 2010- Edição 2008
- Edição 2006
- Edição 2004
- Edição 2002

• As Metas do Milênio e os Indicadores Ethos de Responsabilidade Social Empresarial
- Junho 2005
- Junho 2004

• Diálogo Empresarial sobre os Princípios do Global Compact
- Outubro 2002

• Critérios de Investimentos Socialmente Responsáveis para Fundos de Pensão - Instituto Ethos e Abrapp
- Novembro 2004

• Combate à Corrupção nas Prefeituras do Brasil
- Edição 2003

• Formulação e Implantação de Código de Ética em Empresas – Reflexões e Sugestões
- Edição 2000
• Reflexões da Prática: Como Articular Parcerias entre Organizações da Sociedade Civil e o Empresariado
- Outubro 2005

• Criando Valor – o Business Case para Sustentabilidade em Mercados Emergentes (Sumário)
- Estudo 2002

• Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes: Como as Empresas Podem Contribuir para Eliminá-la
- Fevereiro 2006

• O Estado do Mundo 2005
- Janeiro 2006

• O Estado do Mundo 2004
- Setembro 2004

• Eco-Economia
- Julho 2003

• Guia Contábil da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRFácil
- Agosto 2000
SÉRIE "REFLEXÃO"
De cunho mais filosófico, as Reflexões discutem valores como ética, confiança e mostram também que abraçar esses princípios traz um diferencial competitivo às empresas. Certamente você encontrará vários temas alinhados ao perfil da sua organização.

Nº 15 - Aprendendo a Lição de Chaco Canyon: do "Desenvolvimento Sustentável" a uma Vida Saudável. Por Fernando Fernandez (agosto / 2005)

Nº 14 - Ganho de Escala: Alinhando a responsabilidade corporativa às estratégias de competitividade nacional e dos negócios. Por Simon Zadek (março / 2005)

Nº. 13 – Diálogo e Ética nas Organizações. Por Rafael Echeverría (outubro / 2004)

Nº. 12 – Uma Reavaliação dos Negócios a Partir de uma Perspectiva Sistêmica: A Mudança para Empresas e Serviços Financeiros Pautados na Sustentabilidade. Por Sissel Waage (julho / 2004)

Nº. 11 – A Ética e a Formação de Valores na Sociedade (outubro / 2003)

Nº. 10 – Ética e Valores nas Empresas: em Direção às Corporações Éticas (outubro / 2003)

Nº. 9 – Agrupamentos de Responsabilidade Corporativa: Alavancando a Responsabilidade Corporativa para Atingir Benefícios Competitivos Nacionais (abril / 2003)

Nº. 8 – Expectativas de Ação das Empresas para Superar a Discriminação Racial (setembro / 2002)

Nº. 7 – Confiança, Viga Mestra da Empresa de Futuro (julho / 2002)

Nº. 6 – Diálogo sobre a Ética (fevereiro / 2002)

Nº. 5 – Os Novos Desafios da Responsabilidade Social Empresarial (julho / 2001)

Nº. 4 – A Ética nas Organizações (março / 2001)

Nº. 3 – Pós-Modernidade e Novos Paradigmas (novembro / 2000)

Nº. 2 – Crenças e Riquezas (julho / 2000)

Nº. 1 – A Generosidade / A Capacidade de Doar (março / 20000)

DEBATES

Encontro com Rafael Echeverria (maio 2004)

Projeto de Lei de Responsabilidade Social (outubro 2003)
1. Regulamentação da Responsabilidade Social Empresarial2. Apresentação do Instituto Ethos referente ao Projeto de Lei n.º 1305/2003
3. Apresentação Patri

Responsabilidade Social Empresarial na Propaganda (abril 2003)

Responsabilidade Social Empresarial e a Reforma da Previdência Social (março 2003)

Crise Mundial de Confiança nas Empresas (agosto 2002)
1. Ética e transparência das empresas - (Debate)
2. A Crise Mundial de confiança nas empresas: uma questão de responsabilidade social (Apresentação Bovespa)
3. Governança corporativa e responsabilidade social (Apresentação IBGC)
Debate com candidatos à Presidência da República em 2002
1. Anthony Garotinho
2. Ciro Gomes
3. José Serra
4. Luiz Inácio Lula da Silva

Debate sobre o Fórum Econômico Mundial (FEM) e sobre o Fórum Social Mundial (FSM) (março 2002)

APRESENTAÇÕES

As apresentações mantêm as empresas a par de novidades, leis e projetos relacionados a RSE.

ISO 26000 - Instituto Ethos atualiza seus associados sobre as decisões de Lisboa (junho 2006)

Apresentação - Fórum Empresarial de Apoio ao Município
(março 2005)

Apresentação do Instituto Ethos no 5º Seminário Internacional de Gerenciamento de
Projetos da UFPR
, por Paulo Itacarambi (Curitiba, março/2005)

Apresentação Reunião com Associados - (dezembro/2004), por Paulo Itacarambi

Apresentação "O Compromisso das Empresas com a Valorização da Mulher", por Luci Ayala (setembro/2004)

ARTIGOS

A rede de colaboradores e parceiros do Ethos disponibiliza análises sobre o movimento de RSE e sua repercussão em diferentes setores. Você pode usá-los como forma de reflexão e instrumento de aperfeiçoamento da gestão na sua empresa.

» Un panorama de la responsabilidade social empresarial em América Latina (em espanhol)
Por Tarcila Reis e Giuliana Bruno, publicado na Revista TN Projetos Sociais n.5


» A Gestão para a Responsabilidade Social e o Desenvolvimento Sustentável
Por Tarcila Reis e Giuliana Bruno, publicado na Revista da FAT, edição Jun/Jul/Ago 2005


» Desenvolvimento Sustentável e Responsabilidade Social: Rumo à Terceira Geração de Normas ISO
Por Tarcila Reis Ursini e Celso Sekiguchi

» A nova educação e o papel das empresas.
Por Ricardo Young
» Gestão da responsabilidade social e do desenvolvimento sustentável.
Por Ricardo Young

» Quem é o gestor socialmente responsável
Por Ricardo Young

DOCUMENTOS

Diretrizes para Relatórios de Sustentabilidade GRI G3

Diretrizes


Protocolo Indicadores Econômicos

Protocolo Indicadores Ambientais
 

Protocolo Indicadores Relações Trabalhistas

Protocolo Indicadores Direitos Humanos
Protocolo Indicadores Sociedade

Protocolo Indicadores Produtos
Apresentação Ernst Litgeringen (GRI)

Lançamento G3 07.12.2006


Guia de Elaboração do Balanço Social
Versão 2007


Guia de Compatibilidade de Ferramentas
Versão 2005


Tool Compatibility Guide 2004 (in English) 2004 Edition

Guia Contábil da Lei de Responsabilidade Fiscal - LRFácil Versão 2000

Social and Sustainability Reporting Guide 2007 Edition

Guía para la Elaboración del Balance Social Y Memorias de Sostenibilidad Versión 2007

Guía de Elaboración del Informe y Balance Anual de Responsabilidad Social Empresarial (en español) Versión 2001

Guia de RSE nas Organizações de Varejo – Setor de Panificação
Versão 2002

terça-feira, 22 de maio de 2012

Interessantíssimas publicações da Corregedoria Geral da União: fiscalizemos o destino de nossos impostos!

Publicações e Orientações > Cartilha Olho Vivo



Cartilha Olho Vivo no Dinheiro Público Cartilha Olho Vivo no Dinheiro Público - Um guia para o cidadão garantir os seus direitos - Segunda edição
Esta cartilha traz informações e conceitos básicos para que o cidadão comece a acompanhar a utilização do dinheiro público em sua cidade.

Versão em alta resolução (zip | 12,6 Mb) 

Publicações e Orientações > Cartilha Acesso à Informação Pública


Cartilha Olho Vivo - Controle Social Cartilha "Acesso à Informação Pública"
A publicação, além de ser uma introdução à Lei que trata do assunto (nº 12.527, sancionada pela presidente da República em 18/11/2011), também destaca aspectos e vantagens de uma cultura de acesso, em detrimento à cultura do segredo.
O objetivo é ser uma ferramenta útil de trabalho aos servidores envolvidos no processo de atendimento à demanda da sociedade pelas informações produzidas e gerenciadas pelo Governo Federal.

 Publicações e Orientações > Cartilha O Vereador e a Fiscalização dos Recursos Públicos Municipais


Cartilha Olho Vivo - Controle Social Cartilha "O Vereador e a Fiscalização dos Recursos Públicos Municipais"
A publicação fornece orientações básicas sobre o papel dos vereadores na fiscalização da aplicação dos recursos públicos nos municípios. O objetivo é compartilhar o conhecimento técnico da CGU sobre o controle da gestão pública e, assim, contribuir para o aprimoramento da atuação do Poder Legislativo municipal. O vereador tem papel fundamental para o controle da gestão dos recursos públicos.
 Publicações e Orientações > Cartilha "Orientações para Implantação de Unidade de Ouvidoria


Capa da Cartilha Orientações para Implantação de Unidade de Ouvidoria Orientações para Implantação de Unidade de Ouvidoria
Esta cartilha tem por objetivo servir de parâmetro para aqueles que desejam implantar uma unidade de ouvidoria, não só nos órgãos do Poder Executivo Federal, mas em todos os poderes constituídos, inclusive nos estados e nos municípios. A ouvidoria é hoje um poderoso canal por meio do qual o cidadão pode participar de forma efetiva do controle social, promovendo também uma mediação eficaz na busca de soluções de conflitos extrajudiciais.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Notícias PV.org.br sobre preparação para eleições 2012


O Partido Verde preparou para os seus filiados uma publicação visando as eleições de 2012.
A  Cartilha “Partido Verde Eleições 2012″ é um resumo das principais regras para as eleições deste ano e tem como objetivo orientar as direções municipais e os candidatos do Partido Verde.
A Cartilha está disponível para download aqui...
Foto: Jaison Sampedro
Durante o ato de apoio formal à pré-candidatura de José Serra à prefeitura de São Paulo, foi entregue ao ex-governador tucano um documento com 11 pontos, inspirados nos 12 valores que permeiam as ações do PV e de acordo com o que tem sido preconizado pela ONU como bases do desenvolvimento sustentável. Leia a síntese dos 11 tópicos do documento..
1. Meio ambiente
*Políticas públicas devem incorporar a chancela do desenvolvimento sustentável em seus programas e projetos
*Plano de arborização e expansão das áreas verdes protegidas em parques, tantos urbanos quanto lineares para ajudar a combater enchentes e proteger as APPs e parque nacionais em defesa da a biodiversidade de acordo com protocolo de Nagoya.
2. Transportes
* Apoiar governo estadual na expansão do Metrô e modernização dos trens da CPTM.
* Substituição do diesel da frota de ônibus por combustíveis limpos
* Ampliação dos corredores de ônibus
*Apoio ao uso da bicicleta
* Promoção de plebiscito sobre implantação de pedágio urbano cujos recursos deverão ser aplicados na expansão do transporte público e na acessibilidade e segurança de pedestres.
*Manutenção e aperfeiçoamento da inspeção veicular
3. Urbanismo e acessibilidade
*Reurbanização de áreas centrais e dos centros de bairros
* Gestão de áreas de risco e APPs
*Contenção do crescimento nas áreas de mananciais, áreas verdes e várzeas de córregos
*Acessibilidade universal.
4. Saúde e Saneamento
* Investimento de 20% do orçamento em manutenção e expansão do SUS
* Prioridade para Promoção da Saúde, Prevenção e Atenção Primária da Saúde
*Distribuição de 100% de água potável, redução de perdas do sistema e ampliação de 75% para 90% o índice de esgoto tratado em 4 anos.
5. Educação
* Gasto mínimo de 30% do orçamento com a manutenção e expansão  da rede de educação no município.
*Qualificação de professores
*Municipalização da rede estadual na Capital.
6. Habitação
* Prioridade para 100 mil famílias vivendo em áreas de risco geológico
* Impedir novas ocupações em áreas de risco e manutenção de atividade preventiva  da GCM Ambiental
*Urbanização de favelas e regularização de loteamentos precários
*Operações Urbanas para reocupação do Centro.
7. Resíduos sólidos
*Redução da carga de 15 mil toneladas de resíduos produzidos diariamente
*Manutenção do programa de captação de biogás dos seus dois aterros sanitários Bandeirantes e São João), que gera energia elétrica para 500 mil habitantes e neutraliza 10% das emissões
*Reinstalar prática de compostagem dos resíduos orgânicos para reduzir pressão sobre aterros sanitários.
*Criação estímulos econômicos  positivos e negativos para a indústria, comércio e consumidores para reduzir e destinar adequadamente seus resíduos.
8. Economia criativa e cultura
*Preservar, desenvolver e incorporar novos atributos culturais e humanos que marcaram sua história.
*Tornar a Capital pólo mundial de economia criativa e turismo
*Apoio à pesquisa e produção científica, artística e cultural.
*Criação nas subprefeituras de núcleos de apoio a projetos criativos da população
*Fortalecimento da cultura popular
9. Pobreza e Miséria
*Manter e aperfeiçoar cadastro de cada família e pessoa na cidade em situação de extrema pobreza.
Oferecer programas de formação para incorporação no mercado de trabalho.
*Transformar Secretaria de Assistência Social e Secretaria da Solidariedade com poder de comando de articulação intersetorial, dentro do Governo e Das ONGs.
10 Cultura de Paz
*Reduzir a incivilidade  no trânsito
*Realizar esforço para reduzir armas de fogo na cidade
*Dinamizar esforço sistemático para impedir tráfico de drogas ilegais de maior letalidade
* Reduzir a mortalidade materna pela prática do aborto clandestino.
11. Gestão democrática e descentralizada
* Transformar subprefeituras em prefeituras regionais, que deverão seguir de forma matricial com a Secretarias Municipais e com a Câmara dos Vereadores.
* O orçamento das prefeituras regionais devem seguir um valor per capita por habitante em toda cidade.
* Prefeituras regionais devem ter Conselhos Populares eleitos diretamente, baseados na atual experiência dos conselhos de Desenvolvimento sustentável das subprefeituras, que votariam anualmente sugestões para o orçamento a ser apreciado na Câmara Municipal, acompanhando o trabalho das Prefeituras regionais e organizando campanhas e projetos de mobilização popular no seu território.
* Os Conselhos poderão aprovar a arrecadação adicional aos tributos no seu território para implantação de projetos e programas locais.
O trabalho nos conselhos não será remunerado.
*O Prefeito poderá escolher os subprefeitos a partir de consulta popular, experimentado a escolha por votação se lista tríplice ou mesmo por sondagem.
* Fortalecer  a participação do Conselho Metropolitano do Estado para atuar em política públicas integradas com os municípios vizinhos, racionalizando custos e agilizando soluções.
Foto: Jaison Sampedro

quinta-feira, 17 de maio de 2012

43 Ideias para uma Prefeitura Cidadã - Parte I

1) Atendimento de qualidade aos cidadãos, sem bur(r)ocracia: SAC ágil, com certificação ISO, Ouvidoria atuante, processo administrativo digital, centrais integradas com plantões 24h x 7 dd. via DDG e internet, os interessados poderão se dirigir a qualquer SAC na região administrativa mais próxima pleitear e saber de todos os andamentos de processos, com suporte à distância em tempo real dos setores técnicos específicos quando necessário (sem a inaceitável estorinha de "Fulan@ que cuida disso está de férias..." ou dificuldades criadas para que alguns "vendam facilidades"), saindo sempre com o encaminhamento de soluções concretas e/ou carta de exigências com prazos para complementar informações necessárias ao reconhecimento de seus direitos...
2) Educar para o Trânsito, respeito a faixas de pedestres, limites... Prevenção de acidentes é o foco, não arrecadar mais como uma "indústria de multas"!
3) Ciclovias, bicicletários em locais estratégicos com empréstimo de "magrelas"...
4) Todo apoio a Conselho Tutelar e parceria com entidades sérias: vamos afastar nossas crianças da exploração e dos perigos das ruas e dar oportunidades a todas para um presente e um futuro dignos!
Breve, mais algumas propostas...

Nova Diretoria da Unalegis toma posse

Notícias CamaraNet


Atualizado em 16/05/2012 às 17:58


A nova diretoria da União dos Analistas Legislativos da Câmara dos Deputados (Unalegis) tomou posse nesta quarta-feira (16), em cerimônia no Salão Nobre.

Entre os servidores que prestigiaram o evento, estavam o diretor-legislativo da Casa, Afrísio Vieira Lima Filho; o diretor-administrativo, Fábio Holanda; o diretor do Centro de Informática (Cenin), Leirton Saraiva; e o presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis), Nilton Paixão.



Durante a cerimônia, o 1º-secretário da Mesa Diretora, deputado Eduardo Gomes (PSDB- O), afirmou que o Poder Legislativo precisa "preservar a sua independência e valorizar o trabalho dos servidores, com o objetivo final de prestar bons serviços à população". O deputado Chico Lopes (PCdoB-CE) defendeu a unidade das associações representativas daqueles que trabalham na Câmara, para que seja possível "mostrar à sociedade a importância dos servidores e do trabalho da Casa". Já o deputado Artur Bruno (PT-CE) destacou a excelência dos serviços prestados pelos analistas legislativos: "é reconfortante quando um deputado de primeiro mandato, como eu, encontra um corpo de servidores com tanta competência e conhecimento técnico".



O novo presidente da Unalegis, o servidor Idelfonso Salmito, foi eleito para um mandato de dois anos (2012/2013). Em seu discurso de posse, informou que a associação está preparando um plano de atividades para o biênio: "em breve distribuiremos o documento para a apreciação dos associados. Conclamamos todos os analistas legislativos a se unir à Unalegis".



Conheça, abaixo, a composição da nova diretoria da Unalegis:



Presidente: Idelfonso Vidal Salmito

Vice-presidente: Nivaldo Adão Ferreira Júnior

1º Secretário: Henrique Cintra Ribeiro

2º Secretário: Sebastião Silva Magalhães Júnior

1º Tesoureiro: Emanuel Mazza de Castro

2º Tesoureiro: Paulo Roberto de Nuñes Soares

Conselheiro: Luiz Alberto da Cunha Bustamante

Conselheiro: Osmar de Oliveira Aguiar

Conselheiro: Roberto Rondon Correa

Suplente: Bruno Paiva Menezes

Suplente: Fábio Kurokawa

Suplente: José Mário dos Santos Silva

Suplente: Marcelo Larcher

Suplente: Moizes Lobo da Cunha

Suplente: Roberto de Medeiros Guimarães Filho

Suplente: Vicente Marcos Fontanive





terça-feira, 15 de maio de 2012

Sinal verde para São Leo!

Carta aberta ao presidente municipal Julio Sawaya e companheir@s do PV - São Leopoldo (RS)
Cordiais saudações verdes:
Entendo que nosso partido tem uma ótima oportunidade para exercer um papel vital no processo democrático leopoldense em 2012, reunindo partidos e lideranças comunitárias comprometidas com a Ética para discussão de um programa e construção de candidatura independente ao governo municipal e com foco na eleição de vereadores comprometidos com a participação popular, a responsabilidade socioambiental e que não trocarão seu papel de fiscalizar, definir prioridades via dotações orçamentárias e legislar por carguinhos em comissão ou liberação de verbas ou obras, "favores" do Executivo por seus votos...
Antes de tudo, para definir nosso discurso - sempre associado à prática política - devemos ouvir a população. E buscar oferecer respostas concretas para anseios de Saúde digna, eficiente e humanizada; Educação com profissionalização de nossa juventude; Transporte Público integrado e de qualidade; prevenção para a Segurança; Transparência e gestão eficaz de compras, obras, contratos e parcerias.
Vamos organizar um banco de soluções bem empregadas por governos "verdes" Brasil afora? Acompanhar e comentar criticamente cada medida do governo com nossos especialistas num shadow cabinet ("secretariado de sombras", como no parlamentarismo britânico)?
E além do adequado retorno aos cidadãos pelos tributos pagos por todos nós, por que não estudarmos as possibilidades de bons programas para incentivos fiscais diretamente relacionados à geração de empregos, ou mesmo soluções anti-sonegação com retorno direto a cada contribuinte de um percentual dos valores pagos como imposto nos moldes do "Nota Legal" do DF ou da "Nota Fiscal Paulistana" de SP capital ?
Quem se dispõe ao bom debate? A hora é essa, o futuro será o que nós fizermos dele!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Voltando após tratamentos de saúde, sugiro leitura recebida como "dica" de alguns de meus médicos...

Tudo bem?
Além da obra destacada {confira "guia essencial anticâncer" no "website" do autor, em inglês...}, recebi também as sugestões de conhecer hábitos mais saudáveis com a "não-dieta" francesa retratada por Will Clower {veja em nova janela}, de uma médica do RS, bem como - já aqui no DF - a nova dieta do oncologista francês David Khayat {outra janela aqui}, que exalta os benefícios da romã e alerta quanto aos perigos de peixes como salmão, atum e espada no tocante à contaminação por metais pesados...
Nota postada por Renato Leonardi em http://observatorioanticancer.blogspot.com/2011/10/david-servan-schreiber.html menciona que "faleceu no dia 24/07/2011 o neurologista francês David Servan-Schreiber, autor do best-seller Anticâncer - Prevenir e Vencer Usando Nossas Defesas Humanas. Schreiber acreditava que todos possuem células cancerígenas dentro do organismo, mas somente alguns irão desenvolver o câncer. A explicação para isso, excluído o fator genético, reside na exposição ao meio e na alimentação - esta última, considerada uma chave potente para ativar ou não a propagação de tumores. O médico advoga em seu livro uma alimentação saudável, calcada em alimentos ricos em antioxidantes e antiinflamatórios.

Schreiber lutava contra um câncer em seu cérebro há 20 anos. Apesar de ter sido alvo de críticas por parte defensores dos métodos tradicionais de combate à doença, sua pesquisa merece ser lida, não só pelo aporte científico que traz, mas também pelas janelas de oportunidades que traz para uma vida mais saudável."

Compartilho ainda recomendação de leitura publicada em Manaus, abril de 2009, pela consultora educacional e terapeuta Elvira Eliza França (CRT nº 23.308):

"SERVAN-SCHREIBER, David. Anticâncer: prevenir e vencer usando nossas defesas naturais. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.

O autor David Servan-Schreiber é neuropsiquiatra, e professor de psiquiatria nas Universidades de Pittsburg (Estados Unidos) e de Lyon (França). Começou a explorar e a desenvolver a medicina integrativa (abordagens convencional e a natural), depois de uma cirurgia de câncer no cérebro, tratamento quimioterapêutico convencional, e reincidência. O livro foi publicado na França em 2007, 15 anos depois da descoberta do câncer. Na obra, o autor narra o tratamento convencional, a falta dos cuidados com a alimentação diária (feijão apimentado com carne bovina picada, pão e Coca-cola), os problemas emocionais da separação, e outros que contribuíram para a reincidência. Começou a investigar e utilizar alternativas naturais para complementar o tratamento convencional. Os resultados foram tão bons que os amigos o motivaram a escrever suas experiências, agora traduzidas para os brasileiros, pela Objetiva.
            O câncer de David foi descoberto por acaso, num dia em que um aluno que servia como cobaia na pesquisa sobre os mecanismos do pensamento, utilizando imagens funcionais do cérebro por ressonância magnética (IRM), não compareceu ao laboratório. O autor era um dos pesquisadores, e substituiu o aluno na máquina, que mostrou um cisto na região do córtex pré-frontal direito do cérebro, com o tamanho de uma noz. No tratamento deixou a condição de médico para ser paciente.
Servan-Schreiber diz que o câncer pode ser causado por fatores genéticos herdados (15%) e ambientais, mas são os hábitos de vida a sua principal causa. As defesas naturais contra as células cancerosas são: sistema imunológico forte, organismo que não produz inflamações, e a não multiplicação de vasos sanguíneos para evitar o fornecimento de nutrientes para as células do tumor, impedindo-as de crescer e se desenvolver. Citando como atuam as células cancerosas mais virulentas (as do sarcoma 180: S180) que promovem a devastação no organismo, o autor explica que tais células possuem um número aberrante de cromossomos. Isso as torna capazes de secretar grandes quantidades de citocinas, substâncias tóxicas que explodem o envoltório das demais células com as quais elas têm contato. Assim, elas vão destruindo o que encontram pelo caminho, até paralisarem um órgão vital ou romperem um vaso sanguíneo, que causa a morte do indivíduo.
O livro fala sobre pesquisas realizadas na Universidade Wake Forest da Carolina do Norte (EUA), pelo cientista Zheng Cui e seus colaboradores, nas quais foram descobertos ratos resistentes ao câncer. Mesmo quando recebiam injeção de células cancerosas, eles não contraíam a doença, porque suas células do glóbulos brancos do sistema imunológico eram muito fortes: as células NK – Natural Killer. Tais células atuam no ataque das células cancerosas, matando-as por dois mecanismos naturais. Elas liberam duas substâncias na célula cancerosa, a perforina e as granzimas, sendo que a primeira perfura a célula cancerosa e a segunda ativa um mecanismo genético que a faz se suicidar pela implosão (apoptose). Depois da morte, outras células do sistema imunológico, os macrófagos, se encarregam de digerir os restos mortos, e limpam o ambiente, liberando as células do sistema imunológico para se manter vigilantes com outros invasores.
As explicações do autor enfatizam a importância de fortalecer essas células naturais, do sistema imunológico, que são matadoras, porque elas têm uma capacidade natural de desativar o câncer. Para atuarem bem, elas precisam ser bem alimentadas e protegidas das toxinas, e ainda receber mensagens de alegria e sentimento pela vida do corpo onde estão atuando, para que sejam eficientes e bem sucedidas. Segundo David, os dados das pesquisas comprovam que as dietas mediterrânea, indiana e asiática são as que mais encorajam as células imunológicas. Ele ainda acrescenta sobre a importância de expressar as emoções, de aceitar a si mesmo com seus valores e sua história, de ter serenidade, receber o apoio de amigos e da família, e realizar atividades regulares para fortalecer esse sistema (p. 52).
Na segunda parte do livro, Servan-Schreiber fala sobre a relação entre as inflamações e o câncer e diz que nas pancadas, cortes, queimadura, envenenamento, infecção, as plaquetas do sangue detectam o local machucado e se aglutinam ao seu redor, proteger o organismo. Tais células liberam no local uma substância denominada Fator de Crescimento Derivado das Plaquetas – PDGF, que alertam as células brancas do sistema imunológico para entrar em ação e defender o corpo. Para que isso ocorra, elas produzem e liberam várias substâncias (citocinas, quimiocinas, prostaglandinas, leucotreienos e tromboxanos), que irão promover uma inflamação, que favorece a reparação dos tecidos. Tais substâncias dilatam os vasos sanguíneos adjacentes ao local machucado, para que possa chegar o reforço do sistema imunológico pela via sanguínea. Então, as plaquetas promovem a coagulação do sangue, para fechar o local machucado, e começam a trabalhar na reconstrução do tecido. Elas também fabricam pequenos vasos sanguíneos para que as células da nova construção possam receber oxigênio e nutrientes. Terminado esse trabalho, as células do sistema imunológico retomam seu posto de vigilantes, para assegurar a defesa do organismo em outras ocorrências (p.53).
Aproveitando-se do momento frágil do organismo, enquanto as células sanguíneas estão trabalhando, as células cancerosas utilizam as inflamações para se infiltrar nos tecidos vizinhos, e também penetram no fluxo sanguíneo. Com isso, conseguem formar colônias distantes, chamadas metástases. Com tal atividade, elas promovem uma superprodução de fatores inflamatórios, e os glóbulos brancos do sistema imunológico ficam desorientados com o excesso de substâncias pró-inflamatórias. Tudo isso dificulta a cicatrização do tecido machucado, e as células NK não conseguem lutar contra as células cancerosas, que continuam sobrevivendo no corpo. Dentre as substâncias pró-inflamatórias, uma das principais é a citocina NF-kappaB,  que passa a atuar a favor do câncer. A indústria farmacêutica ainda não descobriu um medicamento eficiente que possa inibir tal substância, sem causar efeitos colaterais. Contudo, há alimentos naturais que conseguem esse feito, em especial o chá verde (com as catequinas) e o vinho tinto (com o resveratrol).  
Um outro dado importante nesse processo inteligente de ataque às células cancerosas é que os hormônios do estresse, a noradrenalina e o cortisol, também estimulam os fatores de inflamação, porque o organismo precisa prever reparos nos tecidos feridos e lesionados, decorrente das reações de luta e fuga, típicas das situações estressantes.  Com isso, o câncer ganha um poderoso adubo para aumentar os tumores já manifestos e para fazer crescer os que estão latentes. Dentre as explicações científicas para esse fato, Servan- Schreiber, atribui a presença dos vasos sanguíneos, com seus finíssimos capilares, que levam oxigênio e nutrientes para as células e recolhem seus dejetos do metabolismo.
As células, de um modo geral, dependem desses vasos sanguíneos para sobreviver, e por isso os tumores crescem profundamente infiltrados nos capilares sanguíneos. À medida que os tumores crescem, há um aumento da vascularização, para que todas as células possam ser alimentadas. De um modo geral, os capilares se multiplicam apenas em circunstâncias específicas: durante o crescimento, na reparação das feridas e após as menstruações. Mas as células cancerosas dos microtumores aproveitam-se dessa capacidade natural de multiplicação dos vasos sanguíneos, e liberam uma substância química (angiogenina), para forçá-los a irem para a direção onde estão. Com isso, elas crescem mais rapidamente.
Nas pesquisas com ratos resistentes ao câncer foi identificada na urina a substância angiostatina, que bloqueia o crescimento dos vasos sanguíneos, e que pode impedir a criação de vascularização para as células cancerosas. Apesar de alguns medicamentos se assimilarem à angiostatina funcionando na inibição do câncer, seus efeitos secundários são muito desagradáveis. Contudo, Servan-Schreiber descobriu práticas nutricionais que podem inibir esse crescimento, evitando as inflamações, e ao mesmo tempo promovendo a inibição dos vasos sanguíneos, sem danificar os vasos já existentes, que fazem a irrigação para a parte saudável do organismo. Dentre os alimentos que possuem angiostatina estão: os cogumelos comestíveis, os chás verdes, condimentos e ervas para cozinhar (p.63-66).
O autor também fala que além da nutrição, os exercícios físicos e a gestão emocional podem favorecer nesse processo inibitório. Ele cita o Centro Commnweal para o Câncer ao norte de São Francisco, na Califórnia, criado pelo ex-professor de sociologia da Universidade de Yale, Dr. Michael Lerner e sua colaboradora Rachel Remen. Ali, eles trabalham para ajudar na cura física e emocional de pessoas com doenças graves, utilizando alimentos orgânicos, ioga duas vezes por dia, e conversas para gerenciamento emocional. Servan-Schreiber diz que em 30 anos de trabalho, esses pesquisadores constataram um grande aumento no número de doentes de câncer, especialmente depois de 1975. Inclui as pessoas que não fumam e que levam uma vida equilibrada, e jovens como vítimas. Apresenta a taxa de aumento da doença em países industrializados que é de 1,6% nas mulheres com menos de 45 anos, e de 1,8% nos homens. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, a partir de 1970 o crescimento de câncer também é constatado em crianças e adolescentes. Os avanços da medicina têm assegurado a redução nos cânceres de estômago e de otorrinolaringologia, mas os de mama, pulmão, cólon, próstata, melanomas (pele), linfomas (tecido linfático) e cérebro estão aumentando, sendo que este último triplicou entre os nascidos entre 1910 e 1950.
Apesar de apontar os genes de risco para o câncer (BRCA-1 ou BRCA-2), David fala que essa doença não é uma questão genética, mas sim ambiental, e que depende do estilo de vida e do meio ambiente em 80%. O aumento do câncer após 1940, se deve a: 1. Aumento do consumo de açúcar; 2. Transformação dos alimentos, decorrente da transformação da agricultura e da criação de animais; 3. Exposição múltipla a produtos químicos (p.77). O autor explica que os nossos genes se constituíram há centenas de milhares de anos, numa época em que nossos ancestrais eram caçadores e coletores e se alimentavam de frutas, legumes, carnes ou ovos de animais selvagens, equilibrando os ácidos graxos essenciais ômega-6 e ômega-3. Eles não consumiam cereais, açúcar nem farinha branca, que hoje representam 56% das calorias da dieta alimentar moderna.
O açúcar refinado e a farinha branca (pão branco, massas, arroz branco, etc.) aumentam rapidamente a taxa de glicose no sangue, fazendo o corpo liberar insulina e o fator de crescimento (IGF – insulin-like growth factor), que nutre as células e estimula o seu crescimento, fazendo os tecidos crescerem rapidamente. Por isso, tais substâncias também aumentam a capacidade de crescimento e de invasão das células cancerosas nos tecidos vizinhos. Servan-Schreiber cita uma pesquisa com 1.200 adolescentes da Nova Guiné, e 130 índios do Paraguai que não utilizavam açúcar refinado nem farinha branca e não apresentavam acne na face. Fala sobre o potencial de inflamação subterrânea das acnes, que atinge 80 a 95% dos adolescentes menores de 18 anos. O autor fala sobre os aspectos danosos do xarope de açúcar, utilizado nos alimentos industriais, que favorecem o câncer. Apresenta dados de pesquisa que confirmam maior vulnerabilidade para câncer nos diabéticos, especialmente mulheres (câncer de mama), e sugere a substituição do açúcar branco pelo xarope de agave (seiva de cacto). Ele recomenda pão multigrão, arroz integral, e outros produtos anticâncer (legumes, leguminosas, frutas, azeite, cebola, alho, manteiga não pasteurizada), pois eles retêm as taxas de insulina no sangue.
Além das informações sobre sua vida pessoal, Servan-Schreiber respalda suas afirmações em pesquisas científicas e dados epidemiológicos. Ele também fala sobre a obesidade, o segundo fator de risco para o câncer, depois do tabaco. Diz que pelas pesquisas que realizou, constatou que os bebês se tornaram mais obesos a partir de 1950, com o aumento da demanda de laticínios e de carne bovina na alimentação, e o confinamento de animais para o abate. A suspensão da alimentação nos pastos, rica no ácido graxo ômega-3, foi substituída pelas rações ricas em ômega-6. Além disso, o gado é tratado com os hormônios (estradiol e zeranol), para acelerar o peso, e as vacas recebem o hormônio de crescimento BST para aumentar a produção de leite. As galinhas confinadas aumentam em 6 vezes a quantidade do ômega-6 nos ovos. Tudo isso é repassado para o organismo humano ao consumir os produtos animais.

Os ômega-3 e os ômega-6 presentes no nosso corpo estão em permanente competição pelo controle de nossa biologia. Os ômega-6 facilitam a estocagem das adiposas, a rigidez das células, a coagulação e as respostas inflamatórias às agressões exteriores. Eles estimulam portanto a fabricação de células adiposas desde o nascimento. Os ômega-3, ao contrário, atuam na constituição do sistema nervoso, tornam as células mais flexíveis e acalmam as reações de inflamação. Limitam também a fabricação de células adiposas. O equilíbrio da fisiologia depende estreitamente do equilíbrio entre ômega 3 e ômega-6. Pois bem, essa relação é o que mais mudou na nossa alimentação em cinquenta anos (p.87).

As margarinas e gorduras total ou parcialmente hidrogenadas, além de ricas em ômega-6 também estão associadas às doenças cardiovasculares. A modificação nos óleos para ficarem mais tempo nas prateleiras dos supermercados sem estragar, torna-os mais inflamatórios, além de mais calóricos. É na gordura que se acumulam os cancerígenos, e as células cancerosas.
No decorrer da leitura do livro, o leitor encontra resultados de pesquisas com diabéticos e pessoas com sobrepeso, que ingeriram produtos de dois grupos de animais: os que se alimentavam à moda antiga, e os que mantinham o regime moderno confinado. Os efeitos positivos nas pessoas que ingeriram produtos dos primeiros grupo de animais foi significativo (p.93). Por isso, o autor diz que o câncer é uma síndrome metabólica, associada ao aumento de indicadores de inflamação. Na pág. 96 ele oferece várias recomendações simples para desacelerar o câncer, alertando sobre os riscos do uso de alimentos, cuja produção envolve grandes quantidades de adubos químicos e pesticidas.
Um outro tema do livro é a contaminação do planeta por poluentes orgânicos persistentes e outras substâncias químicas sintéticas, que além de poluir o meio ambiente ainda vão para o sangue das pessoas, representando riscos tóxicos à saúde: herbicidas, pesticidas, fungicidas e outros. Mesmo classificadas como cancerígenas, o autor diz que há uma média de 3.750 a 7.500 substâncias presentes no mercado, que são nocivas à saúde, mas que continuam utilizadas, em nome dos interesses econômicos de seus produtores (p.99). Os riscos à saúde aumentam, e estão presentes tanto nos produtos quanto nas embalagens que os transportam, como ocorre com os plásticos. Por isso, apesar de serem mais caros, os alimentos orgânicos representam mais segurança para a saúde, especialmente das crianças.
Dentre os fatores ambientais com risco para a produção de câncer, Servan-Schreiber apresenta dados que indicam que só o tabaco dá conta de 30%, e que no homem o câncer precisa de cinco a quarenta anos para se desenvolver, sendo que há aumento dos riscos para trinta vezes mais, quando a pessoa fuma mais de um maço por dia. Apesar de em 1950 ser feito o alerta sobre a causa direta de câncer no pulmão, na França foram necessários 22 anos para a adoção de medidas governamentais sobre o tabaco, e 57 anos para a proibição do uso em locais públicos. Contudo, os cigarros permanecem legais para o consumo até hoje (p.106). Do mesmo modo, há interesses econômicos das indústrias químicas, que impedem a modificação na política de desenvolvimento da agricultura para uma proposta orgânica, saudável à vida humana. Enquanto isso, o meio ambiente perde o equilíbrio, fortalecendo o crescimento das cancerosas no corpo. A síndrome do câncer é reflexo disso tudo.
Após um tratamento convencional que se iniciou após a primeira operação, Servan-Schreiber acompanhou uma paciente na visita a um curandeiro, e ali foi constatado que algo não estava bem com ele também. Ao refazer os exames de rotina, constatou reincidência do câncer. Necessitava de outra cirurgia, quimioterapia e/ou radioterapia. Com este último tratamento diz que corria o risco de sofrer demência após alguns anos, e com a quimioterapia o risco era matar outras células do intestino, sistema imunológico e dos cabelos, além da esterilidade. Acrescenta que os tumores no cérebro são resistentes a esse tratamento, e por isso recorreu à quimioterapia, e iniciou um programa complementar com tratamentos alternativos.
Investigou os medicamentos tibetanos, feitos com plantas (que são favoráveis para casos crônicos, mas não para agudos) e passou a pesquisar alimentos anticâncer, que bloqueiam a formação de vasos sanguíneos no tumor (angiogênese): repolhos, brócolis, soja, chá verde, cúrcuma (açafrão), framboesa, mirtilo, chocolate amargo, cogumelos, pomelo (grapefuit), e temperos (hortelã, tomilho, manjerona, orégano, manjericão, alecrim, salsa, aipo, alho, pimenta-do-reino). O autor diz que os alimentos não são levados em conta pelos médicos no tratamento do câncer, mas são os alimentos que agem sobre vários mecanismos simultaneamente, e têm a vantagem de não apresentar efeitos colaterais. Os medicamentos, por outro lado, atuam apenas sobre um fator e têm os efeitos colaterais desagradáveis. Por isso, ele recomenda um coquetel de vários legumes contra o câncer, para que as substâncias de cada um possam atuar em diferentes frentes, prevenindo as reincidências. Para tal, ele também recomenda a diminuição do uso de álcool.
Servan-Schreiber diz que os médicos não têm informações sobre as alternativas naturais anticâncer, e as indústrias de medicamentos não se interessam em investir milhões e bilhões em pesquisas com alimentos, porque depois os produtos não poderão ser patenteados, nem a comercialização reembolsará o investimento inicial. Por isso, diz que é o poder público que deve fazer esse investimento, porque isso trará benefícios para a saúde da população, de um modo geral. No final do capítulo 8, entre as páginas 150 e 245, o autor apresenta um resumo dos alimentos anticâncer, com sugestões para formas de utilização.
Dentre os tratamentos alternativos, Servan-Schreiber alerta para os níveis de estresse emocional e as causas psicológicas do câncer. Enfatiza a importância do trabalho com as emoções reprimidas e cita casos de pessoas cuja recaída esteve ligada à separação conjugal, assim como ele. Comenta sobre as personalidades propícias ao câncer, especialmente de quem sofreu perda de afeto na infância. Diz que o sentimento de impotência alimenta o câncer, e cita pesquisas com ratos estressados, cujos tumores progrediram mais. Recomenda procedimentos que fortalecem as relações humanas autênticas e ajudam a encarar o medo da morte. Apresenta estudos de psiconeuroimunologia, que mostram como os hormônios do estresse – noradrenalina e cortisol – bloqueiam as células NK do sistema imunológico, e fazem os glóbulos brancos liberar as citocinas e quemocinas inflamatórias, que favorecem as células cancerosas. Ele diz que o sistema imunológico é um “cérebro circulante”; que suas células ficam sensíveis à impotência e à perda do gosto de viver, decorrentes do estresse crônico. Por outro lado, o desejo de viver dá uma virada no curso da doença, e favorece a saúde.
Dentre as recomendações para o tratamento, Servan-Schreiber diz que é importante as pessoas curarem traumas passados e feridas emocionais não cicatrizadas, pois elas drenam sua força vital. Apresenta pesquisas sobre a relação entre trauma emocional e a perda da confiança em si, e comenta os resultados positivos da terapia com movimentos dos olhos (de Francine Shapir), a escrita das experiências pessoais, e outras experiências ricas de sentido, que ajudam na promoção da vida. Também fala sobre as experiências xamânicas e outras como ioga, meditação, tai chi, qigong, que ajudam a integrar corpo e mente, melhoram a respiração e a focalização mental para si. Diz que a meditação ajuda a purificar a mente, e que é importante aprender estar sozinho, consigo mesmo, para desenvolver a suavidade e a calma. Enfatiza a importância do controle respiratório consciente, desenvolvido por essas estratégias naturais, pois acalmam o cérebro emocional e favorecem o sistema imunológico e o funcionamento harmônico de todos os órgãos do corpo. O autor ainda fala sobre o poder dos mantras e da prece Ave Maria em latim para a harmonização de ritmos biológicos, com a produção de ritmos coerentes que aquietam o ritmo cardícaco e a respiração. Utiliza-se de dados científicos para mostrar como a prática de meditação e prece pode ser favorável para pacientes com câncer, pois fortalecem o sistema imunológico.
Servant- Schreiber fala sobre o medo da morte, e a importância dos sentimentos de perdão e gratidão, quando a pessoa se vê diante da morte. Diz que as pessoas têm muito medo de perder o ser amado, ou de deixá-lo ir quando morre. Enfatiza a necessidade da autenticidade nos relacionamentos, para que as pessoas possam, viver as emoções verdadeiras. Para ele, as lágrimas são como pérolas de ouro, que surgem nas conversas sobre a possibilidade da morte, e que não é saudável esconder os sentimentos. Ele ainda fala sobre a importância do toque, da massagem, porque ajudam no equilíbrio do corpo e das emoções. Ainda fala sobre o valor dos exercícios e de práticas como caratê e outras, que ajudam a eliminar ruminações mentais e ajudam na produção de pensamentos positivos, que elevam o humor. Recomenda exercícios esportivos e bicicleta, assim como assistir filmes e risada.  
Durante todo o livro, aborda diferentes tipos de câncer, relata casos, e ainda apresenta dois blocos de páginas coloridas. O primeiro contém dados sobre a incidência de câncer de mama e de próstata no mundo, e ilustrações sobre o desenvolvimento de vasos sanguíneos que alimentam as células cancerígenas, e o ataque da célula NK. O segundo, com uma lista de procedimentos para evitar produtos químicos nas roupas e ambiente, recomendações sobre quantidade de tempo para exercícios, orientações emocionais, o que evitar para encorajar as células imunológicas, fatores de proteção nas dietas (alimentos com alto e baixo teor glicêmico, mais ou menos contaminados, ricos em ômega-3, classificação de alimentos apropriados para diferentes tipos cânceres) e tabela de movimentos com o correspondente de gasto de energia.
O autor não renega o valor do tratamento convencional, mas acredita que ele não basta para conter o câncer. Diz que pessoas que utilizam métodos naturais de alimentação, escrita, aprendizado para saber dizer não, desenvolvimento da gratidão, reconhecimento do amor, meditação e exercícios sofrem menos a reincidência de câncer. Por isso, reconhece nessas e em outras práticas espirituais e naturais um reforço para o tratamento convencional. A obra em questão desperta a consciência para a valorização do meio ambiente e também para o equilíbrio do planeta. Servan-Shreiber fala sobre a vulnerabilidade maior da camada mais pobre da população, e lança uma esperança para a cura não apenas do câncer, mas também da sociedade industrial e consumista que está doente. Ele fala sobre os cuidados preventivos que envolvem o meio ambiente, o planeta, sugerindo uma reflexão mais ampla sobre o que é viver com saúde, promovendo as defesas naturais do organismo. Por isso, é um livro para ler e praticar as recomendações, repassando-as a quem quer ter mais saúde. "


 Boas leituras portanto aos amigos do VerdeVitae - e bom proveito com muita Saúde e Qualidade de Vida para nossas famílias!